A fagulha de trabalho que deu origem ao que nos tornamos hoje e o durante essa trajetória ainda buscamos ser, ocorreu dois anos após o falecimento de sua mãe em meados de 2018 e em uma conversa com uma amiga. Douglas começou a refletir sobre propósito e legado e como poder agir de maneira mais efetiva para acolher pessoas que não possuem condições financeiras, espaciais ou nenhum acesso a qualquer tipo de tratamento psicológico para lidar com questões de saúde mental ligadas à depressão, ansiedade e demais transtornos e que precisam de maior, instrução, acolhimento e amparo em nossa sociedade.
Em junho de 2016, Isa Maria Menezes de Andrade deixou nesse plano material muita saudade, mas também uma semente e uma inquietação por materializar um lugar em que qualquer pessoa pudesse ser acolhida sem qualquer distinção. Ela era filha de Hilda Maria de Jesus e Arivaldo de Oliveira Menezes, batizada com um nome de santa e uma história que beirava algo quase que nesse lugar, foi uma mulher, nordestina, batalhadora e provedora, que em sua trajetória através de sua humildade, honestidade e boa índole, construiu para si a figura de “mãe de todos ao seu redor”, por acolher e não medir esforços para com amorosidade e certo perfeccionismo virginiano encontrar toda e qualquer solução para o bem-estar alheio, não importando quão pesada fosse a carga que sozinha ela tivesse que suportar.
A semente inquieta que atende pelo nome de Douglas, atualmente presidente do Instituto e, que durante um vôo em que curiosamente o destino fora uma visita a cidade em que sua mãe havia nascido, teve o insight de fazer acontecer a partir daquele momento e através da arte, sua área de atuação, esse local de escuta atenta e presente e, que esse local de forma singela pudesse homenagear quem o nutriu para lutar por tanta coisa e por tanta gente. Esse local ainda não tinha sede, nem forma, nem nada além do esboço de um projeto que busca falar sobre amor e sobre amar sem olhar a quem, sobre saber e ensinar através da arte, cultura, cidadania, empatia, respeito… Foi então tomada a decisão de que esse “não local” seria o Instituto Saber Amar (ISA).
O primeiro rascunho do projeto consistia em encontrar pessoas que pudessem contribuir com suas áreas de conhecimento paralelo a um espaço que promovesse: rodas de conversa, palestras, oficinas, campanhas de doações, eventos beneficentes e apoio assistencial para pessoas em situação de vulnerabilidade social, visando nessa etapa, algo que posteriormente seria consolidado a missão do Instituto no quesito promoção e fortalecimento de espaços de afeto e escuta. Nesse momento, o frenesi em nos percebermos nesse lugar comum de fazer algo juntas (os), foi maior do que a nossa aptidão em mudar de maneira significativa nossa realidade em função desse novo projeto e com isso ele não foi adiante naquele momento, pois acabamos nos perdendo entre a vontade de ajudar e estar minimamente instrumentalizadas (os) para tal.

Finalmente em 2020 foi dada a cartada final: “A gente deveria ter começado dois anos atrás e se a gente não começar AGORA, nunca teremos dois, três, enfim, quantos anos mais adiarmos de fazer isso acontecer; Obviamente muitas coisas que aconteceram nesse hiato de dois anos foram reverberações daquele momento na cozinha em 2018, porém agora mais fortalecidas para dar o primeiro passo nas redes sociais quando ao publicar em uma caixinha de perguntas a seguinte frase:
“Se eu abrisse uma ONG hoje, o que você faria?” as primeiras apoiadoras do projeto começaram a responder e a surgir, dentre elas Grayce Cardoso nossa atual Vice-Presidente e desde 20 de outubro de 2020 somos todes Instituto Saber Amar – ISA
O primeiro rascunho do projeto consistia em encontrar pessoas que pudessem contribuir com suas áreas de conhecimento paralelo a um espaço que promovesse: rodas de conversa, palestras, oficinas, campanhas de doações, eventos beneficentes e apoio assistencial para pessoas em situação de vulnerabilidade social, visando nessa etapa, algo que posteriormente seria consolidado a missão do Instituto no quesito promoção e fortalecimento de espaços de afeto e escuta. Nesse momento, o frenesi em nos percebermos nesse lugar comum de fazer algo juntas (os), foi maior do que a nossa aptidão em mudar de maneira significativa nossa realidade em função desse novo projeto e com isso ele não foi adiante naquele momento, pois acabamos nos perdendo entre a vontade de ajudar e estar minimamente instrumentalizadas (os) para tal.
Finalmente em 2020 foi dada a cartada final: “A gente deveria ter começado dois anos atrás e se a gente não começar AGORA, nunca teremos dois, três, enfim, quantos anos mais adiarmos de fazer isso acontecer; Obviamente muitas coisas que aconteceram nesse hiato de dois anos foram reverberações daquele momento na cozinha em 2018, porém agora mais fortalecidas para dar o primeiro passo nas redes sociais quando ao publicar em uma caixinha de perguntas a seguinte frase:
“Se eu abrisse uma ONG hoje, o que você faria?” as primeiras apoiadoras do projeto começaram a responder e a surgir, dentre elas Grayce Cardoso nossa atual Vice-Presidente e desde 20 de outubro de 2020 somos todes Instituto Saber Amar – ISA
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